Introdução
Cidadania não é uma questão de persuasão ou opção puramente racional entre virtude e pecado. Ela é vivida como necessidade do eu, como desejo. Mesmo quando agimos em torno do bem comum, a atividade implica em motivação individual: ninguém é movido por interesses universais e abstratos e não se pode pedir ao homem que abandone a esfera pessoal de busca da felicidade, mas deve impedir que esta busca cerceie a dos outros.
A democracia é a tentativa constante de regeneração de suas definitivas imperfeições por meio de um processo de aperfeiçoamento permanente, razão pela qual é o sistema superior de organização da sociedade.
“Onde quer que seja, existirão sempre homens e mulheres, grupos e indivíduos singulares, minorias e camadas particulares, submetidos a algum tipo de humilhação, degradação, injustiça ou opressão” Marco Aurélio Nogueira
Desenvolvimento
Cidadania diz respeito ao cidadão, ou seja, habitante da cidade, o mesmo que polis, na Grécia antiga. A palavra polis também gerou em português a palavra "política" tão conhecida e que por vezes adquire um sentido pejorativo, pois ao inverso do que ela postula, é usada para beneficiar o interesse particular sobre o público. O conceito de cidadania não teve a sua génese no Estado Moderno. Em Roma, por exemplo, era um estatuto unitário do qual desencadeava-se a igualdade de direitos entre os cidadãos. Entretanto, é inquestionável ter a Grécia, alcançado de forma mais ampla o seu sentido através da participação dos cidadãos atenienses nas assembleias do povo, tomando efetivamente decisões políticas. Mas ser cidadão é ter acesso à decisão política, ser um possível governante, um homem político. Ter direito não apenas a eleger representantes, mas a participar diretamente na condução dos negócios da cidade. É verdade que em Roma nunca houve um regime verdadeiramente democrático. Mas na Grécia os cidadãos atenienses participavam das assembleias do povo, tinham plena liberdade de palavra e votavam as leis que governavam a cidade - a Polis - tomando decisões políticas.
Na Antiguidade, o homem era um ser sem direitos, por oposição ao cidadão. Na era moderna, o homem é sujeito de direitos não apenas como cidadão, mas também como homem.
O princípio da cidadania moderna fundado sobre a ideia de humanidade enfrentou muitas dificuldades de aplicação. A primeira refere-se ao tamanho das repúblicas modernas que impede o exercício direto do poder pelo cidadão. O Estado se destaca da sociedade civil, o poder não pode mais ser exercido por todos. Para evitar o despotismo, o princípio republicano consagra a ideia do controle popular pelo sufrágio universal, inspirando-se na visão de soberania popular defendida por Rousseau.
Pela doutrina da representação fundada sobre a soberania popular, a origem e o fim de toda a soberania se encontra no povo. O cidadão não pode mais exercer em pessoa o poder, mas escolhe por seu voto seus representantes. Este princípio se universalizou, mas sofreu alguns períodos de exceção. Uma das exceções mais conhecidas é a chamada democracia censitária, reservada aos proprietários. O escritor francês Benjamin Constant afirmava em 1815 que somente o lazer, assegurado pela propriedade, permitia adquirir sabedoria: Segundo ele, “somente a propriedade torna os homens capazes do exercício do direito político”. Ou seja, a classe trabalhadora podia morrer pela pátria, mas não podia oferecer os seus homens para a representação política que, para ele, deveria basear-se não na consciência ou dignidade, mas no critério anti-democrático da competência. Benjamin Constant opunha a “liberdade dos antigos”, fundada nos direitos políticos da cidadania, à “liberdade dos modernos” que, segundo ele, se explicaria pelos direitos civis do indivíduo.
Outra dificuldade na aplicação da cidadania moderna diz respeito ao conceito de homem e da sua natureza. A república moderna demorou muito tempo a admitir que a pessoa humana é dupla, compreende o homem e a mulher. De um modo geral, foi somente no século XX que o sufrágio universal se estendeu às mulheres.
A cidadania, definida pelos princípios da democracia, constitui-se na criação de espaços sociais de luta (movimentos sociais) e na definição de instituições permanentes para a expressão política (partidos, órgãos públicos), significando necessariamente conquista e consolidação social e política. A cidadania passiva, outorgada pelo Estado, diferencia-se da cidadania ativa em que o cidadão, portador de direitos e deveres, é essencialmente criador de direitos para abrir novos espaços de participação política.
Porém, é importante a concepção da cidadania como um processo político, social e histórico, que se constrói a partir de ambas as dimensões, individual e coletiva.
O Estado, por sua vez, na forma como se organiza, tendo em vista uma cidadania melhor, acaba por propor e criar políticas sociais que não levam em conta o quotidiano e a construção de uma cidadania crítica, participativa e de qualidade.
Cidadania não é uma questão de persuasão ou opção puramente racional entre virtude e pecado. Ela é vivida como necessidade do eu, como desejo. Mesmo quando agimos em torno do bem comum, a atividade implica em motivação individual: ninguém é movido por interesses universais e abstratos e não se pode pedir ao homem que abandone a esfera pessoal de busca da felicidade, mas deve impedir que esta busca cerceie a dos outros.
A democracia é a tentativa constante de regeneração de suas definitivas imperfeições por meio de um processo de aperfeiçoamento permanente, razão pela qual é o sistema superior de organização da sociedade.
“Onde quer que seja, existirão sempre homens e mulheres, grupos e indivíduos singulares, minorias e camadas particulares, submetidos a algum tipo de humilhação, degradação, injustiça ou opressão” Marco Aurélio Nogueira
Desenvolvimento
Cidadania diz respeito ao cidadão, ou seja, habitante da cidade, o mesmo que polis, na Grécia antiga. A palavra polis também gerou em português a palavra "política" tão conhecida e que por vezes adquire um sentido pejorativo, pois ao inverso do que ela postula, é usada para beneficiar o interesse particular sobre o público. O conceito de cidadania não teve a sua génese no Estado Moderno. Em Roma, por exemplo, era um estatuto unitário do qual desencadeava-se a igualdade de direitos entre os cidadãos. Entretanto, é inquestionável ter a Grécia, alcançado de forma mais ampla o seu sentido através da participação dos cidadãos atenienses nas assembleias do povo, tomando efetivamente decisões políticas. Mas ser cidadão é ter acesso à decisão política, ser um possível governante, um homem político. Ter direito não apenas a eleger representantes, mas a participar diretamente na condução dos negócios da cidade. É verdade que em Roma nunca houve um regime verdadeiramente democrático. Mas na Grécia os cidadãos atenienses participavam das assembleias do povo, tinham plena liberdade de palavra e votavam as leis que governavam a cidade - a Polis - tomando decisões políticas.
Na Antiguidade, o homem era um ser sem direitos, por oposição ao cidadão. Na era moderna, o homem é sujeito de direitos não apenas como cidadão, mas também como homem.
O princípio da cidadania moderna fundado sobre a ideia de humanidade enfrentou muitas dificuldades de aplicação. A primeira refere-se ao tamanho das repúblicas modernas que impede o exercício direto do poder pelo cidadão. O Estado se destaca da sociedade civil, o poder não pode mais ser exercido por todos. Para evitar o despotismo, o princípio republicano consagra a ideia do controle popular pelo sufrágio universal, inspirando-se na visão de soberania popular defendida por Rousseau.
Pela doutrina da representação fundada sobre a soberania popular, a origem e o fim de toda a soberania se encontra no povo. O cidadão não pode mais exercer em pessoa o poder, mas escolhe por seu voto seus representantes. Este princípio se universalizou, mas sofreu alguns períodos de exceção. Uma das exceções mais conhecidas é a chamada democracia censitária, reservada aos proprietários. O escritor francês Benjamin Constant afirmava em 1815 que somente o lazer, assegurado pela propriedade, permitia adquirir sabedoria: Segundo ele, “somente a propriedade torna os homens capazes do exercício do direito político”. Ou seja, a classe trabalhadora podia morrer pela pátria, mas não podia oferecer os seus homens para a representação política que, para ele, deveria basear-se não na consciência ou dignidade, mas no critério anti-democrático da competência. Benjamin Constant opunha a “liberdade dos antigos”, fundada nos direitos políticos da cidadania, à “liberdade dos modernos” que, segundo ele, se explicaria pelos direitos civis do indivíduo.
Outra dificuldade na aplicação da cidadania moderna diz respeito ao conceito de homem e da sua natureza. A república moderna demorou muito tempo a admitir que a pessoa humana é dupla, compreende o homem e a mulher. De um modo geral, foi somente no século XX que o sufrágio universal se estendeu às mulheres.
A cidadania, definida pelos princípios da democracia, constitui-se na criação de espaços sociais de luta (movimentos sociais) e na definição de instituições permanentes para a expressão política (partidos, órgãos públicos), significando necessariamente conquista e consolidação social e política. A cidadania passiva, outorgada pelo Estado, diferencia-se da cidadania ativa em que o cidadão, portador de direitos e deveres, é essencialmente criador de direitos para abrir novos espaços de participação política.
Porém, é importante a concepção da cidadania como um processo político, social e histórico, que se constrói a partir de ambas as dimensões, individual e coletiva.
O Estado, por sua vez, na forma como se organiza, tendo em vista uma cidadania melhor, acaba por propor e criar políticas sociais que não levam em conta o quotidiano e a construção de uma cidadania crítica, participativa e de qualidade.
Sabe-se que o problema da desigualdade é um componente histórico-estrutural, que perfaz a própria dinâmica da resistência e da mudança, pois, o capitalismo representa uma sociedade de discriminação. O que se quer são formas mais democráticas, políticas sociais que reduzam o espectro da desigualdade e da desconcentração de renda e poder. O Estado pode ser um equalizador de oportunidades, desde que defina, não o seu tamanho ou presença, mas a quem serve.
Numa sociedade marcada pela desigualdade social, da distribuição da renda e dos benefícios sociais, para todo cidadão consciente a participação é também um dever. A participação no processo político se restringe ao exercício do voto, à militância em um partido político, num grupo, em comícios ou na discussão de temas políticos com os amigos, colegas e vizinhos. A participação vai, além disso.
A democracia caracterizou-se em seu início pela participação direta. Por outro lado, os meios de comunicação moderna, com a informática e a rede mundial de comunicação (Internet) oferecem recursos que permitem a melhor inserção do cidadão do nosso tempo na vida política, permitindo que cada um possa dar a sua contribuição para o aperfeiçoamento da democracia. Se a democracia é uma tenra plantinha, como dizia Otávio Mangabeira, cabe a todo cidadão consciente dar a sua contribuição para que esta plantinha se desenvolva, cresça sadia até que se tornar uma árvore frondosa, suficiente para abrigar todas as ideias e correntes de opinião.
Democracia no sentido original significa uma doutrina política ou forma de governo baseada na soberania do cidadão, no seu acesso à cena pública, na pluralidade de ideias e expressão de suas opiniões, na possibilidade de intervir politicamente. Enfim, a democracia aceita em seus próprios princípios, o aparecimento do imprevisível e da livre atuação política de seus cidadãos. A democracia admite, nem todos são iguais. A oportunidade igual em opinar não elimina o próprio direito a diferença entre as pessoas.
Ora, a democracia não é apenas um regime político com partidos e eleições livres. É, sobretudo uma forma de existência social. Democrática é uma sociedade aberta, que permite sempre a criação de novos direitos. Os movimentos sociais, nas suas lutas, transformaram os direitos declarados formalmente em direitos reais. As lutas pela liberdade e igualdade ampliaram os direitos civis e políticos da cidadania, criaram os direitos sociais, os direitos das chamadas “minorias” - mulheres, crianças, idosos, minorias étnicas e sexuais - e, pelas lutas ecológicas, o direito ao meio ambiente sadio.
Os valores da liberdade e da igualdade são essenciais ao conceito de democracia. Em outro passo, mostra-se indispensável que a tomada de decisão, em que prevalece sempre a vontade da maioria, não se torne um instrumento de opressão contra as vozes discordantes. Numa autêntica democracia, as minorias vêem suas prerrogativas respeitadas, não é uma ditadura da maioria.
CONCLUSÃO
Após todas as análises apresentadas, concluímos que as contradições presentes no processo de cidadania, no que tange as relações entre Estado e Sociedade estão implícitas nas políticas sociais que, se por um lado, visam resolver os problemas sociais, como a fome, o analfabetismo e a miséria, por outro, são assistencialistas, incluem a tutela, mascarando as discriminações, e não atingindo o cerne do problema.
Concretizam-se, portanto, como desmobilizadoras e controladoras, o que tolhe a verdadeira participação, o desenvolvimento da autonomia e emancipação dos indivíduos.
O Estado propõe ao indivíduo uma situação de direito, que ele próprio não consegue incorporar e absorver. A racionalidade dominante, nesta relação, gerada por uma forma de poder, estabelece a desigualdade entre indivíduos e Estado.
Assim, a cidadania vem sendo construída a partir de movimentos sociais, desvinculados do Estado.
Tamara da Silva
Numa sociedade marcada pela desigualdade social, da distribuição da renda e dos benefícios sociais, para todo cidadão consciente a participação é também um dever. A participação no processo político se restringe ao exercício do voto, à militância em um partido político, num grupo, em comícios ou na discussão de temas políticos com os amigos, colegas e vizinhos. A participação vai, além disso.
A democracia caracterizou-se em seu início pela participação direta. Por outro lado, os meios de comunicação moderna, com a informática e a rede mundial de comunicação (Internet) oferecem recursos que permitem a melhor inserção do cidadão do nosso tempo na vida política, permitindo que cada um possa dar a sua contribuição para o aperfeiçoamento da democracia. Se a democracia é uma tenra plantinha, como dizia Otávio Mangabeira, cabe a todo cidadão consciente dar a sua contribuição para que esta plantinha se desenvolva, cresça sadia até que se tornar uma árvore frondosa, suficiente para abrigar todas as ideias e correntes de opinião.
Democracia no sentido original significa uma doutrina política ou forma de governo baseada na soberania do cidadão, no seu acesso à cena pública, na pluralidade de ideias e expressão de suas opiniões, na possibilidade de intervir politicamente. Enfim, a democracia aceita em seus próprios princípios, o aparecimento do imprevisível e da livre atuação política de seus cidadãos. A democracia admite, nem todos são iguais. A oportunidade igual em opinar não elimina o próprio direito a diferença entre as pessoas.
Ora, a democracia não é apenas um regime político com partidos e eleições livres. É, sobretudo uma forma de existência social. Democrática é uma sociedade aberta, que permite sempre a criação de novos direitos. Os movimentos sociais, nas suas lutas, transformaram os direitos declarados formalmente em direitos reais. As lutas pela liberdade e igualdade ampliaram os direitos civis e políticos da cidadania, criaram os direitos sociais, os direitos das chamadas “minorias” - mulheres, crianças, idosos, minorias étnicas e sexuais - e, pelas lutas ecológicas, o direito ao meio ambiente sadio.
Os valores da liberdade e da igualdade são essenciais ao conceito de democracia. Em outro passo, mostra-se indispensável que a tomada de decisão, em que prevalece sempre a vontade da maioria, não se torne um instrumento de opressão contra as vozes discordantes. Numa autêntica democracia, as minorias vêem suas prerrogativas respeitadas, não é uma ditadura da maioria.
CONCLUSÃO
Após todas as análises apresentadas, concluímos que as contradições presentes no processo de cidadania, no que tange as relações entre Estado e Sociedade estão implícitas nas políticas sociais que, se por um lado, visam resolver os problemas sociais, como a fome, o analfabetismo e a miséria, por outro, são assistencialistas, incluem a tutela, mascarando as discriminações, e não atingindo o cerne do problema.
Concretizam-se, portanto, como desmobilizadoras e controladoras, o que tolhe a verdadeira participação, o desenvolvimento da autonomia e emancipação dos indivíduos.
O Estado propõe ao indivíduo uma situação de direito, que ele próprio não consegue incorporar e absorver. A racionalidade dominante, nesta relação, gerada por uma forma de poder, estabelece a desigualdade entre indivíduos e Estado.
Assim, a cidadania vem sendo construída a partir de movimentos sociais, desvinculados do Estado.
Tamara da Silva
TAREFA
Neste mundo em mudança em que vivemos, que lugar existe para a cidadania?

Neste Mundo em mudança em que vivemos, existe um grande espaço para a cidadania. Isto, porque atualmente várias pessoas juntam-se em manifestações para demonstrar ao governo p descontentamento de certas atitudes e dar-lhe propostas para melhoramentos, uma vez que o governo só vê os seus direitos e nunca os seus deveres como as pessoas do povo.
ResponderEliminarDaniela Marques 12ºTG nº6
A cidadania tem um lugar amplo pois Os transformaram os direitos declarados formalmente em direitos reais. As lutas pela liberdade e igualdade ampliaram os direitos civis e políticos da cidadania, criaram os direitos sociais, os direitos das chamadas “minorias” - mulheres, crianças, idosos, minorias étnicas e sexuais - e, pelas lutas ecológicas, o direito ao meio ambiente sadio.
ResponderEliminarA democracia admite, nem todos são iguais. A oportunidade igual em opinar não elimina o próprio direito a diferença entre as pessoas.
movimentos sociais, nas suas lutas,
Mariana Fernandes 12ºTG3 Nº13
A cidadania, definida pelos princípios da democracia, constitui-se na criação de espaços sociais de luta (movimentos sociais) e na definição de instituições permanentes para a expressão política (partidos, órgãos públicos), significando necessariamente conquista e consolidação social e política. A cidadania passiva, outorgada pelo Estado, diferencia-se da cidadania ativa em que o cidadão, portador de direitos e deveres, é essencialmente criador de direitos para abrir novos espaços de participação política.
ResponderEliminarPorém, é importante a concepção da cidadania como um processo político, social e histórico, que se constrói a partir de ambas as dimensões, individual e coletiva.
daniela fernandes nº7 12ºtg disse:
ResponderEliminarNo mundo em que vivemos hoje em dia, as mudanças entre a cidadania é notável, pois a fome, a sede, o analfabetismo e a miséria são problemas sociais de toda a comunidade do século XXI.
OS homens na antiguidade, não possuíam qualquer direito, passando mais tarde a terem direitos não apenas como cidadãos, mas também como homem.
Sendo que a república demorou muito tempo para admitir que a pessoa humana é dividida por dois seres, um do sexo masculino e outro do sexo feminino. Até a altura as mulheres não possuíam qualquer direito, nem possuíam o direito de voto nem o direito que os detinham.
Por fim, as pessoas da actualidade já possuem os mesmos direitos e deveres, contudo, já não existem tanta descriminação e problemas sociais e económicos.
Apesar da crise instalada no século XXI a fome, a guerra, a miséria, a sede e outros problemas que provavelmente se instalaram devido a crise em que vivemos.
Cidadania é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social. A cidadania é um referencial da conquista da humanidade, através daqueles que lutam por mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e colectivas e não se conformam frente ás dominações arrogantes.
ResponderEliminarTodos temos direitos e deveres como cidadãos para podermos viver em sociedade harmoniosamente.
André Rodrigues nº3 12ºTG
A cidadania tem como dever resolver os problemas que existem na nossa sociedade. Pois ser cidadão é ter acesso á decisão política, poder participar nas decisões da nossa sociedade. Na nossa antiguidade não existia a cidadania, a sociedade não tinha qualquer direito sobre as opiniões que eram apresentados pelo superior, onde ao longo do tempo isso foi mudando até aos dias de hoje. Contudo a cidadania participa no desenvolvimento da autonomia e mancipaçã de todos nós.
ResponderEliminarDaniela Couceiro nº3 12ºTER
A cidadania é vivida como necessidade do eu.
ResponderEliminarNa antiguidade, o homem era um ser sem direitos, por oposição ao cidadania. Na era moderna, o homem é um sujeito de direitos não apenas como cidadão, mas também como homem.
A cidadania visa resolver os problemas sociais, como a fome, o analfabetismo e a miséria, por outro, são assistencialistas, incluem a tutela, mascarando as discriminações, e não atingindo o cerne do problema.
André Duarte nº1 12 tg
Cidadania é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive. A cidadania permite ao individuo manifestar-se, permite o seu direito ao voto, antigamente , a população não podia criticar nada, só os homens é que tinham direito ao voto, agora é tudo ao contrario, as mulheres podem votar, etc...
ResponderEliminarContudo, todos temos direitos a todo, ou melhor quase tudo.
Ana Machado nº1 12ºTER
seja ao concorrer a um cargo público (indireto).[3] No entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito, pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade[4]
Existe um grande espaço para a cidadania. A cidadania permite ao individuo manifestar-se, permite o seu direito ao voto, antes não. A cidadania participa no desenvolvimento da autonomia e mancipação de todos nós.
ResponderEliminarJosé Santos
A cidadania é um conjunto de deveres que devemos respeitar e direitos que nos são dados pela sociedade em que vivemos.
ResponderEliminarAo vivermos numa socedade democratica temos o direito de votar e tomar as nossas proprias decisões.
Isabel Ramos 12 tg
A cidadania é um conjunto de direitos e deveres. Com a cidadania podemos ir votar, quer sejam os homens quer sejam as mulheres, na Antiguidade, o homem era um ser sem direitos, por oposição ao cidadão. Na era moderna, o homem é sujeito de direitos não apenas como cidadão, mas também como homem.
ResponderEliminarHugo Ferreira nº6 12ºTER
Cidadania é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.
ResponderEliminarCom a existencia da cidadania podemos ir votar livremente, tomar as nossas proprias decisoes respeitando as regras.
Na era moderna, o homem é sujeito de direitos não apenas como cidadão, mas também como homem, mas também tem deveres em tudo o que faça.
Bruno Alexandre 12ºTG3 Nº5
"ninguém é movido por interesses universais e abstratos e não se pode pedir ao homem que abandone a esfera pessoal de busca da felicidade, mas deve impedir que esta busca cerceie a dos outros."
ResponderEliminaralguem disse que a nossa liberdade acaba onde começa a dos outros!
isso significa que apesar de nao sermos obrigados a fazer o que quer que seja, o que fazemos nao deve intervir na vida dos outros!
Neste mundo a cidadania ainda se encontra em alguns lugares , ou seja, naqueles onde todos os cidadãos tÊm direitos e deveres, serem respeitados e respeitarem-se uns aos outros. No entanto noutros locais do planeta a palavra cidadania não existe, vivendo-se a mando daquele que tiver mais poder e que seja mais forte.
ResponderEliminarMariana Morgado 12.ºTG3 n.º 12
Na minha opinião, palavra "cidadania" foi gerada "...na necessidade do eu, como desejo.".
ResponderEliminarCom isto, esta é definida pelos princípios da democracia, constituindo-se na criação de espaços sociais de luta (movimentos sociais) e na definição de instituições permanentes para a expressão política (partidos, órgãos públicos), significando necessariamente conquista e consolidação social e política.
A cidadania passiva, outorgada pelo Estado, diferencia-se da cidadania ativa em que o cidadão, portador de direitos e deveres, é essencialmente criador de direitos para abrir novos espaços de participação política.
Porém, é importante a concepção da cidadania como um processo político, social e histórico, que se constrói a partir de ambas as dimensões, individual e colectiva.
Tiago Almeida 12ºTER
Cidadania é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive. O conceito de cidadania sempre esteve fortemente "ligado" à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direcção dos negócios públicos do Estado, participando de modo directo ou indirecto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar directo, seja ao concorrer a um cargo público indirecto No entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito, pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma colectividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade.
ResponderEliminarFábio henriques 12ºTER